24:00
Ás 24:00
Eu caminho por uma rua deserta
Sinto um pingo
Em meu rosto
Está tão silencioso
Naquela imensidão
Que consigo ouvir o barulho
De meus passos
Pisando nas águas
Das poças
Que refletem distorcidamente
Meu rosto
Logo os meus pés deixam
De tocar aquela água
Para tudo se repetir novamente
Quando meu pé tocar o solo
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VEZ
Gabriela Migoto Cusiello
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2 comentários:
É a musicalidade da chuva, das suas palavras no cair das poças, como se mergulhassem num profundo oásis poético...
Gostei do seu cantinho!
Beijinho
ou somos nós o reflexo distorcido da água? esvaímos com secreto desejo de nos reter?
Bjos, Cusiello Cusiello,
Maria.
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