Pessoas me dizem...
Abra seus olhos,
Saia desse mundo de fantasia!
Aja:
Com responsabilidade.
Pense:
Duas vezes.
Então eu penso 3x, 4,5...
E chego à minha conclusão:
Sair do MEU mundo de fantasia
Onde tenho muito mais de 2 olhos abertos,
Deixar de acreditar em fadas
Para acreditar em políticos,
Deixar de nadar em um rio encantado
Para ser afogada em enchentes,
Deixar de comer um banquete
Para passar fome,
Deixar de viver a magia do hoje
Para viver o caos do amanhã,
Deixar de correr em campos de flores
Para correr para hospitais lotados,
Eu sinceramente...
PREFIRO DEIXAR MEUS OLHOS FECHADOS
Por que a escuridão de minhas pálpebras
É melhor que a claridade do seu “mundo”
terça-feira, 29 de março de 2011
Apenas você
Apenas você
Enquanto a chuva cai lá fora,
Molhando o coração dos jovens amantes
Eu estou aqui,
Trancada em meu castelo de hipocrisia
Suando pela falta de não ter
Quem abraçar nesse calor tão frio.
Por entra o vidro embaçado
De uma janela
Vejo dois pontos pretos
Que me lembram seus olhos azuis
As gotas de suor, que um dia já foram lágrimas
Continuam a escorrer insuportavelmente leves
Sob minha pele.
Mas eu não quero brisas,
Seria insuportável ter alguém
Me tocando, que não fosse você.
Porém suplico-te que não tenha dó,
Quero que você e só você seja feliz.
Enquanto a chuva cai lá fora,
Molhando o coração dos jovens amantes
Eu estou aqui,
Trancada em meu castelo de hipocrisia
Suando pela falta de não ter
Quem abraçar nesse calor tão frio.
Por entra o vidro embaçado
De uma janela
Vejo dois pontos pretos
Que me lembram seus olhos azuis
As gotas de suor, que um dia já foram lágrimas
Continuam a escorrer insuportavelmente leves
Sob minha pele.
Mas eu não quero brisas,
Seria insuportável ter alguém
Me tocando, que não fosse você.
Porém suplico-te que não tenha dó,
Quero que você e só você seja feliz.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Lágrimas sem manchas
Lágrimas sem manchas
Passos sobre minha cabeça,
Galopes sem meus ouvidos.
Sinto o cheiro de sangue
Sinto o cheiro de discórdia
Marcas nas mãos de um inocente,
Talvez um dedo decepado,
Uma cabeça rolando
Ou algumas cicatrizes
Lágrimas por toda parte
Sem a menos inocência
O caos está formado,
A solidão está por vir...
E a confusão
[...] Chegou antes de todas
E permanecerá
Até o descanso eterno.
SILÊNCIO!
...No coração dos pecadores...
Gabriela Migoto Cusiello
Passos sobre minha cabeça,
Galopes sem meus ouvidos.
Sinto o cheiro de sangue
Sinto o cheiro de discórdia
Marcas nas mãos de um inocente,
Talvez um dedo decepado,
Uma cabeça rolando
Ou algumas cicatrizes
Lágrimas por toda parte
Sem a menos inocência
O caos está formado,
A solidão está por vir...
E a confusão
[...] Chegou antes de todas
E permanecerá
Até o descanso eterno.
SILÊNCIO!
...No coração dos pecadores...
Gabriela Migoto Cusiello
Com migo/tigo
Com migo/tigo
Vós estais com tigo e estou
Com migo
Pois meu migo, o seu tigo
Nunca mais verás
Com migo o tigo não deve
Mais satisfações à voz
Por seu tigo meu migo
Não chora mais.
Nem por um instante meu migo
Ouvirás a vós(z) de novo com migo
Gabriela Migoto Cusiello
Vós estais com tigo e estou
Com migo
Pois meu migo, o seu tigo
Nunca mais verás
Com migo o tigo não deve
Mais satisfações à voz
Por seu tigo meu migo
Não chora mais.
Nem por um instante meu migo
Ouvirás a vós(z) de novo com migo
Gabriela Migoto Cusiello
domingo, 3 de outubro de 2010
Andar, caminhar
Andar, caminhar
Aqui estou eu
Vivendo uma vida não minha
Uma vida que não caminha
Ou evolui
Monótona é um bom adjetivo
Para qualificar
Uma vida sem andar,
Sem expressar
A pessoa
Por trás dela.
Gabriela Migoto Cusiello
Aqui estou eu
Vivendo uma vida não minha
Uma vida que não caminha
Ou evolui
Monótona é um bom adjetivo
Para qualificar
Uma vida sem andar,
Sem expressar
A pessoa
Por trás dela.
Gabriela Migoto Cusiello
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
24:00
24:00
Ás 24:00
Eu caminho por uma rua deserta
Sinto um pingo
Em meu rosto
Está tão silencioso
Naquela imensidão
Que consigo ouvir o barulho
De meus passos
Pisando nas águas
Das poças
Que refletem distorcidamente
Meu rosto
Logo os meus pés deixam
De tocar aquela água
Para tudo se repetir novamente
Quando meu pé tocar o solo
+1
VEZ
Gabriela Migoto Cusiello
Ás 24:00
Eu caminho por uma rua deserta
Sinto um pingo
Em meu rosto
Está tão silencioso
Naquela imensidão
Que consigo ouvir o barulho
De meus passos
Pisando nas águas
Das poças
Que refletem distorcidamente
Meu rosto
Logo os meus pés deixam
De tocar aquela água
Para tudo se repetir novamente
Quando meu pé tocar o solo
+1
VEZ
Gabriela Migoto Cusiello
2° Chance
2° Chance
2° chance por quê?
Se as pessoas nunca mudam,
O mundo da voltas
Cuidado pra não cair
Se você piscar
Talvez o quando olhar de novo
O mundo não esteja
Mais ali,
Aproveite e grite:
-Quero sair daqui!
Gabriela Migoto Cusiello
2° chance por quê?
Se as pessoas nunca mudam,
O mundo da voltas
Cuidado pra não cair
Se você piscar
Talvez o quando olhar de novo
O mundo não esteja
Mais ali,
Aproveite e grite:
-Quero sair daqui!
Gabriela Migoto Cusiello
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